25 de abr de 2009

Seja feita a vossa vontade, assim na terra, como no céu

A humanidade destrói o mundo, destrói o amor e as relações humanas, criam suas próprias armas, e se matam, e culpam Deus por deixar que isso aconteça. Na completa paz, não acredito, já disse isso, mas as guerras são os homens que fazem, e depois, Deus gosta de brincar com as vidas humanas.
Isso é o extremo da crença, quem não crê na criação da vida por um Ser Superior, não põe nele a culpa pela morte.
É o extremo da indiferença, a partir do momento em que a culpa pelo mal é de Deus, está entregue às Suas mão que acabe, o ser humano se isenta da culpa, e ainda fica irado com quem escolheu pra expiar pelos seus erros.
Quando tudo não passa de mal uso do grande direito, o Livre Arbítrio.
Deixa que Deus faça sua vontade, sem permissão Ele não age, é isso que se pede a oração, não é uma acusação por nossas escolhas mal feitas.

17 de abr de 2009

Caderno Verde

Verde
Amarelo + azul
Faixa de freqüência 550 nm do espectro de cores visíveis
No semáforo, siga em frente
Um tipo de esmeralda
Maça verde
Coco verde
Grama
Menta
Verde de inveja
Passarinho verde
Antônimo de "maduro"
Chá verde
Cheiro verde
Antes do baile verde
O incrível Hulk
Clorofila
Lanterna Verde
Na bandeira do Brasil, o verde representa as florestas

Pra mim? apenas mais uma cor, e nem é minha preferida
O caderno? estava na banca de promoção, foi o que me pareceu mais bonito.

11 de abr de 2009

dentro do metal... tudo?

Aparentemente, eu era um deles, me vestira de acordo, e, num pretinho básico, ninguém me olharia com curiosidade nem no shopping, nem ali, mas eu observava tudo tentando entender o gosto daquelas pessoas, e compartilhar, quem sabe, o sentimento delas.
Ali, naquele mesmo lugar estavam pessoas com diferentes opiniões e personalidades, assim como, das poucas que eu conheço, algumas eu adoro, outras eu odeio, mas unidas por um gosto em comum, exceto eu, que analisava todos como um único exemplar, via eles como público.
Achei bizarro um homem gritar estridente no telão, com a cara bem grande em primeiro plano, fazendo sua música, pra mim, não passavam de gritos em um idioma que eu não domino.
Na primeira banda, pirei, tá, o cara mais que gritava, grunhia indistingüivelmente no microfone, e arrisco que em idioma algum, ainda que eu falasse a língua dos homens da terra inteira, e dos anjos, eu não entenderia o que ele cantava, mas a guitarra zunia fantástica na minha frente, bem diante dos meus olhos, a visualização do som que se propagava pelo ambiente um tanto quanto vazio.
A última banda me levou mais próxima ao contexto, a voz era mais agradável, ainda que eu não entendesse o significado das palavras, distinguia-as, ao menos, o baixista era realmente belo, e as músicas se pareciam com o que eu já tinha escutado do gênero, mas ver algumas pessoas com as pernas um pouco abertas para dar equilíbrio, balançarem as cabeças, para baixo e para cima, como que automaticamente, afastou o sentimento de empatia que flertou brevemente com minha curiosidade. Algumas pessoas pareciam sentir a música ao chacoalhar a cabeça e movimentar o corpo, prostrando-se aos pés d palco ou às cordas da guitarra, até fazendo o cabelo se movimentar de modo fantástico, mas outros me pareceram apenas maquinais.

A segunda vez foi mais legal, eu curti o som, mas ainda não sei o que dizem, ainda da pra decepcionar. Estava bem mais cheio, mas tinha bem menos cabelo.